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ARQUITETURA TRANSFORMADA EM CADEIRA

A arquitetura de Brasília transformada em uma experiência de sentar

A Cadeira Olho não busca reproduzir o Museu Oscar Niemeyer. Sua inspiração está na lógica visual da obra.

O museu é marcado pelo contraste entre a base e o grande volume suspenso. Na cadeira, essa relação é reinterpretada por meio da estrutura posterior, que se projeta para cima e sustenta o encosto estofado.

O encosto, com sua forma orgânica e arredondada, faz referência ao icônico “olho” do museu. Suspenso visualmente sobre a estrutura, ele cria a sensação de um elemento independente, apoiado por uma única linha estrutural.

Essa característica confere à cadeira uma identidade única: um móvel que parece desafiar a lógica tradicional de sustentação.

A força está no que sustenta

O elemento mais marcante da Cadeira Olho é sua estrutura traseira.

O pé posterior se prolonga verticalmente, criando uma continuidade entre o apoio da cadeira e o encosto. Essa solução transforma o elemento estrutural em protagonista do desenho.

A sustentação deixa de ser apenas uma questão técnica e passa a ser parte da expressão do produto.

A cadeira revela sua construção. O que sustenta também define sua forma.

Essa relação é uma das principais características do projeto: uma estrutura simples, precisa e visualmente marcante.

Uma homenagem à arquitetura de Curitiba

Curitiba possui uma relação particular com a arquitetura. A cidade abriga obras que fazem parte de sua identidade e que continuam influenciando a maneira como seus habitantes percebem o espaço.

A Cadeira Olho nasce dessa paisagem.

Ao se inspirar no Museu Oscar Niemeyer, a peça transforma uma referência arquitetônica em objeto de uso cotidiano. O que antes era monumental passa a caber na escala do corpo.

A cadeira estabelece, assim, uma conversa entre arquitetura e design.

O edifício se transforma em estrutura.
 A estrutura se transforma em mobiliário.
 E o mobiliário passa a carregar a memória de um lugar.

Uma peça entre a arquitetura e o design

A Cadeira Olho representa uma das premissas do Anima Studio Design: transformar referências culturais e arquitetônicas em objetos que possam fazer parte da vida cotidiana.

Seu desenho nasce de uma forma reconhecida, mas encontra uma linguagem própria.

O resultado é uma cadeira que combina:

  • Referência à arquitetura moderna brasileira;
  • Estrutura em madeira maciça;
  • Desenho autoral;
  • Leveza visual;
  • Conforto;
  • Possibilidades de personalização.

Mais do que uma cadeira inspirada em um edifício, a Cadeira Olho é uma interpretação sobre como a arquitetura pode ser traduzida em escala humana.

Um olho que não observa apenas o espaço. Um olho que passa a fazer parte dele.

Cadeira Olho

Algumas arquiteturas se tornam parte da identidade de uma cidade. Em Curitiba, o Museu Oscar Niemeyer, conhecido como Museu do Olho –  MON, é uma dessas obras.

Projetado por Oscar Niemeyer, o edifício é reconhecido pela relação entre uma base estrutural e o grande volume suspenso que se tornou seu elemento mais marcante: o “olho”.

É a partir dessa característica que nasce a Cadeira Olho, criação do Anima Studio Design.

A peça interpreta, em escala humana, a relação estrutural e visual presente no museu. Assim como a arquitetura do MON se organiza a partir de uma base que sustenta o volume do olho, a cadeira concentra sua sustentação em um elemento posterior que se prolonga e apoia o encosto.

O resultado é uma cadeira de desenho leve, mas de forte identidade.

Materiais

Entre as possibilidades estão:

  • Tecidos decorativos;
  • Materiais sintéticos;
  • Couro natural;
  • Diferentes cores, texturas e acabamentos.

A variedade de revestimentos permite que a Cadeira Olho transite entre ambientes residenciais, corporativos, comerciais e projetos de hospitalidade.

Madeira maciça

A Cadeira Olho é produzida em madeira maciça de Jequitibá, uma espécie que combina resistência, leveza visual e uma tonalidade acolhedora.

A madeira permite que a estrutura seja percebida em todos os seus detalhes: nos pés, nas conexões e na continuidade entre a base e o encosto.

A presença da madeira também cria um contraste com o estofado, reforçando a dualidade entre estrutura e volume.

Como acontece em uma obra de arquitetura, cada elemento possui uma função. Os pés sustentam, o assento acolhe e a estrutura posterior conduz o olhar até o encosto — o elemento que dá nome à peça.

Alguma dúvida sobre a peça ou outro detalhe?

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